terça-feira, 8 de março de 2016

Descrição Morfológica de um Perfil de Solo: abordagem teórica e prática


Paulo Roberto de Lima Dantas¹, Ermelinda Maria Mota Oliveira², Leonardo Eufrázio Soares³, Jucier Magson de Souza eSilva¹
Orientador: Gualter Guenther Costa da Silva²
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1Graduando em Engenharia Florestal UECIA/UFRN, 2Prof° Dr. da Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias/UFRN, ³Pós-graduando em Manejo Sustentável do Semiárido/UFRN

INTRODUÇÃO
        Na disciplina Ciência do Solo o conteúdo referente aos processos pedogenéticos leva a constituição dos diferentes horizontes de um perfil de solo. A primeira etapa para classificação de solo refere-se à descrição morfológica do perfil. A morfologia do solo é definida como as características visíveis a olho nu ou perceptíveis por manipulação, obtidas em descrições efetuadas em campo, a partir de um perfil de solo.
        Este trabalho foi realizado com o objetivo de facilitar a compreensão teórico/prática para descrição morfológica de um perfil de solo.

METODOLOGIA


            Para melhorar a questão teórica da descrição morfológica do solo, o monitor da disciplina de Ciência do Solo elaborou um roteiro de aula prática, contendo todas as etapas e características morfológicas utilizadas para descrição de um perfil de solo. Complementando a abordagem teórica realizou-se a ida à campo para abertura de três trincheiras de 1,3 m de profundidade na Área de Experimentação Florestal da EAJ, no município de Macaíba, RN. Após a abertura das referidas trincheiras foram realizadas aulas práticas com as turmas das disciplinas de Ciência do Solo dos cursos de Zootecnia, Agronomia e Engenharia Florestal. Durante as referidas aulas priorizou-se a participação direta dos alunos quanto à descrição morfológica do perfil, fazendo a análise dos diversos fatores que compõem a descrição morfológica do solo, como por exemplo: abertura de trincheira, identificação dos horizontes, espessura dos horizontes, cor, textura, estrutura e cerosidade.


RESULTADOS


      Os alunos que participaram das aulas obtiveram um maior conhecimento em relação aos aspectos morfológicos do solo, podendo aplicar o que foi repassado na aula teórica, de maneira mais real. Essas atividades ajudaram osprofessores a melhorarem o conteúdo didático e o acompanhamento das turmas. Foi importante, também, para que os monitores consolidassem o conhecimento dos conteúdos e tivessem uma introdução às atividades de docência.




CONCLUSÃO

          A partir da introdução de novos materiais didáticos em sala de aula, plantões de dúvidas e produção de material didático (roteiro de aula prática) foi possível implementar o processo ensino-aprendizagem, principalmente, no tema relacionado com a descrição morfológica de um perfil de solo.

BIBLIOGRAFIA 

EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa em Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos(SiBCS), 2006.
Santos, Raphael David dos. Manual de Descrição e Coleta de Solo, 5ª ed. Revista ampliada, Viçosa, Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2005.
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